NOVA TEMPORADA: A PARTÍCULA DE DEUS

 

Datas: 14, 15, 16, 21, 22 e 23 de abril

20 horas

Teatro Renascença (Centro Municipal de Cultura – Érico Veríssimo 307)

Luis Franke e Heitor Schmidt (Foto: Jéssica Barbosa)

A Partícula de Deus – o dia em que Peter Higgs encontrou Galileu Galilei

Novo espetáculo de Júlio Conte promove um encontro histórico entre dois gênios da ciência

Galileu Galilei, um dos maiores cientistas de todos os tempos, foi condenado pela Inquisição a renunciar as idéias heliocentristas, propostas por Nicolau Copérnico. Porém dizem que a encrenca com a Igreja ocorreu por ele ser um atomista. Galileu defendia que a matéria era composta por partículas indivisíveis e que entre elas havia o nada, a ausência de Deus.Peter Higgs, outro grande cientista, ganhou o prêmio Nobel de Física em 2012. Ele descreveu o bóson, uma partícula atômica que oferece massa às moléculas. Denominada a Partícula de Deus, ela ocupa o espaço entre uma partícula e outra. Esta peça construiu uma ponte no tempo entre estes dois grandes cientistas, e você está convidado a participar desse encontro histórico que nunca aconteceu e, por isso mesmo, tão promissor. A peça teve uma pré-estréia de duas sessões em outubro de 2016 no Salão de Atos da UFRGS e iniciou sua trajetória profissional no Porto Verão Alegre 2017 com um ótimo público. Nesse ano já cumpriu também uma temporada de 3 dias no Centro Histórico Cultural Santa Casa.

Heitor Schmidt e Luis Franke (Foto: Jéssica Barbosa)

FICHA TÉCNICA
Texto: Julio Conte e Marcelo Zubaran Goldani;
Direção: Julio Conte;
Elenco: Luis Franke, Heitor Schmidt e Camila Vergara;
Atriz Stand-by: Renata Stein
Assistência de Direção: Catharina Conte;
Iluminação: Fabiana Santos;
Sonoplastia: Ismael Goulart;
Cenotécnico: Kiko Angelim;
Arte Gráfica e Fotos: Jessica Barbosa;
Assessoria de Imprensa, Produção Executiva e Mídias Sociais: Gustavo Saul;
Direção de Produção: Patsy Cecato;
Realização: Fundação Médica do Rio Grande do Sul e Complexo Criativo Cômica Cultural;
Apoio: Prefeitura de Porto Alegre – Secretaria da Cultura

Camila Vergara, Luis Franke e Heitor Schmidt (Foto: Jéssica Barbosa)

2016 – A PARTÍCULA DE DEUS

 

Luis Franke e Heitor Schmidt (Foto: Jéssica Barbosa)
Heitor Schmidt e Luis Franke (Foto: Jéssica Barbosa)
Camila Vergara, Luis Franke e Heitor Schmidt (Foto: Jéssica Barbosa)
A Partícula de Deus - cartaz - Arte Gráfica de Jéssica Barbosa
A Partícula de Deus – cartaz – Arte Gráfica de Jéssica Barbosa
A Partícula de Deus - Camila Vergara
A Partícula de Deus – Camila Vergara

a-particula-de-deus-horizontal

Galileu Galilei, um dos maiores cientistas de todos os tempos, foi condenado pela Inquisição ao renunciar as idéias heliocentristas, propostas por Nicolau Copérnico. Porém dizem que a encrenca com a Igreja ocorreu por ele ser um atomista. Galileu defendia que a matéria era composta por partículas indivisíveis e que entre elas havia o nada, a ausência de Deus.

Peter Higgs, outro grande cientista, ganhou o prêmio Nobel de Física em 2012. Ele descreveu o bóson, uma partícula atômica que oferece massa às moléculas. Denominada a Partícula de Deus, ela ocupa o espaço entre uma partícula e outra.

Esta peça construiu uma ponte no tempo entre estes dois grandes cientistas, e você está convidado a participar desse encontro histórico que nunca aconteceu e, por isso mesmo, tão promissor.

FICHA TÉCNICA
Texto: Júlio Conte e Marcelo Goldani
Direção: Júlio Conte
Elenco: Luis Franke, Heitor Schmidt e Camila Vergara
Assistência de Direção: Catharina Conte
Iluminação: Fabiana Santos
Sonoplastia: Ismael Goulart
Assessoria de Imprensa: Gustavo Saul
Produção Executiva: Patsy Cecato
Realização: Fundação Médica do Rio Grande do Sul e Complexo Criativo Cômica Cultural
Apoio: Grupo A Educação e Departamento de Difusão Cultural da UFRGS
Entidade beneficiada: Casa de Apoio do Clínicas

Heitor Schmidt e Luis Franke (Foto: Jessica Barbosa)
Heitor Schmidt e Luis Franke (Foto: Jessica Barbosa)
Heitor Schmidt e Camila Vergara. (Foto: Jessica Barbosa)
Heitor Schmidt e Camila Vergara. (Foto: Jessica Barbosa)

a-particula-de-deus-jc-01

Luis Franke, Heitor Schmidt, Camila Vergara, Isnael Goulart, Catharina Conte, Fabiana Santos e Júlio Conte
Luis Franke, Heitor Schmidt, Camila Vergara, Ismael Goulart, Catharina Conte, Fabiana Santos e Júlio Conte
Ensaio: Camila Vergara, Luis Franke e Heitor Schmidt
Ensaio: Camila Vergara, Luis Franke e Heitor Schmidt
Luis Franke, Camila Vergara e Heitor Schmidt (Foto: Jéssica Barbosa)
Luis Franke, Camila Vergara e Heitor Schmidt (Foto: Jéssica Barbosa)
Camila Vergara e Luis Franke, (Foto: Jéssica Barbosa)
Camila Vergara e Luis Franke, (Foto: Jéssica Barbosa)
Luis Franke e Heitor Schmidt (Foto: Jéssica Barbosa)
Luis Franke e Heitor Schmidt (Foto: Jéssica Barbosa)
Heitor Schmidt e Luis Franke (Foto: Jéssica Barbosa)
Heitor Schmidt e Luis Franke (Foto: Jéssica Barbosa)
Luis Franke e Heitor Schmidt (Foto: Jéssica Barbosa)
Luis Franke e Heitor Schmidt (Foto: Jéssica Barbosa)
 Heitor Schmidt, Camila Vergara e Luis Franke (Foto: Jéssica Barbosa)
Heitor Schmidt, Camila Vergara e Luis Franke (Foto: Jéssica Barbosa)
Luis Franke e Heitor Schmidt - Leitura do texto. (Foto: Catharina Conte)
Leitura do texto – Camila Vergara e Heitor Schmidt. (Foto: Catharina Conte)
Leitura do texto - Luis Franke , Camila Vergara e Heitor Schmidt (Foto: Catharina Conte)
Leitura do texto – Luis Franke e Camila Vergara (Foto: Catharina Conte)
Julio Conte - Leitura do texto (Foto: Catharina Conte)
Leitura do Texto – Julio Conte. (Foto: Catharina Conte)

 

 

2016 – QUINTO ANDAR, POR FAVOR!

WEBFLYER QUINTO

Texto: ARTUR JOSÉ PINTO

Direção: NÉSTOR MONASTÉRIO

Elenco: INGRA LYBERATTO e HEITOR SCHMIDT

Cenografia: RODRIGO LOPES

Assessoria de Figurinos: SÉRGIO LOPES

Assistência de Direção: LEO FERLAUTO

Iluminação: NÉSTOR MONASTERIO

Montagem e Operação de Luz: ALEXANDRE RICARDO

Operação de Som: LEO FERLAUTO

Fotografias: JOÃO RICARDO e LUCIANE PIRES FERREIRA

Programação Visual: AUGUSTO BIER

Produção: MENDES PINTO CRIAÇÕES CÊNICAS

Sinopse:

Ana (Ingra Lyberato) e Mauro (Heitor Schmidt) ficam trancados no elevador do prédio da loja Pindorama, onde trabalham. É o dia da Grande Liquidação Anual. Mauro tem claustrofobia e um pouco de TOC – Transtorno Obsessivo Compulsivo. Ana é uma suburbana, bonita, trintona. São estranhos um ao outro, até o momento em que se encontram. A primeira impressão que um tem do outro é péssima. Mas o confinamento provoca situações inesperadas e impactantes. Por conta disso experimentam medo, intimidade, constrangimento, alegria, amor, liberdade, não necessariamente nessa ordem. Tudo isso dá o tom da comédia. Rimos deles e, secretamente, de nós, quando nos reconhecemos em uma ou outra cena.

 

Recorte Lerina

Alexandre Ricrado, Néstor Monasterio, Ingra Lyberato, Artur José Pinto, Leo Ferlauto e Heitor Schmidt - Teatro do SESC, Porto Alegre - RS (Foto: Luciane Pires Ferreira)
Alexandre Ricardo, Néstor Monasterio, Ingra Lyberato, Artur José Pinto, Leo Ferlauto e Heitor Schmidt – Teatro do SESC, Porto Alegre – RS (Foto: Luciane Pires Ferreira)
Heitor Schmidt e Ingra Lyberato (Foto: Luciane Pires Ferreira)
Heitor Schmidt e Ingra Lyberato (Foto: Luciane Pires Ferreira)
Heitor Schmidt e Ingra Lyberato (Foto: Luciane Pires Ferreira)
Heitor Schmidt e Ingra Lyberato (Foto: Luciane Pires Ferreira)
Heitor Schmidt e Ingra Lyberato (Foto: Luciane Pires Ferreira)
Heitor Schmidt e Ingra Lyberato (Foto: Luciane Pires Ferreira)
Heitor Schmidt e Ingra Lyberato (Foto: Luciane Pires Ferreira)
Heitor Schmidt e Ingra Lyberato (Foto: Luciane Pires Ferreira)
Heitor Schmidt e Ingra Lyberato (Foto: Luciane Pires Ferreira)
Heitor Schmidt e Ingra Lyberato (Foto: Luciane Pires Ferreira)
Heitor Schmidt e Ingra Lyberato (Foto: Luciane Pires Ferreira)
Heitor Schmidt e Ingra Lyberato (Foto: Luciane Pires Ferreira)
Heitor Schmidt e Ingra Lyberato (Foto: Luciane Pires Ferreira)
Heitor Schmidt e Ingra Lyberato (Foto: Luciane Pires Ferreira)
Heitor Schmidt e Ingra Lyberato (Foto: Luciane Pires Ferreira)
Heitor Schmidt e Ingra Lyberato (Foto: Luciane Pires Ferreira)
Heitor Schmidt e Ingra Lyberaato (Foto: Luciane Pires Ferreira)
Heitor Schmidt e Ingra Lyberaato (Foto: Luciane Pires Ferreira)

 

 

 

 

 

 

2014-2011 – 5º ANDAR, POR FAVOR!

Texto: ARTUR JOSÉ PINTO

Direção: NÉSTOR MONASTERIO

Elenco: LU ADAMS e HEITOR SCHMIDT

Assistência de Direção: LEO FERLAUTO

Cenografia: RODRIGO LOPES

Assessoria de Figurinos: SÉRGIO LOPES

Operação de Som e Luz: ALEXANDRE RICARDO e CÍCERO NEVES

Site: http://www.quintoandarporfavor.com.br

 

 

Crítica - Jornal do Comércio - Porto Alegre - fevereiro 2012
Crítica – Jornal do Comércio – Porto Alegre – fevereiro 2012
Heitor Schmidt e Lu Adams (Foto: Renan Radici)
Heitor Schmidt e Lu Adams (Foto: Renan Radici)
Heitor Schmidt e Lu Adams (Foto: Renan Radici)
Heitor Schmidt e Lu Adams (Foto: Renan Radici)
Heitor Schmidt e Lu Adams (Foto: Renan Radici)
Heitor Schmidt e Lu Adams (Foto: Renan Radici)
Heitor Schmidt (Foto: Renan Radici)
Heitor Schmidt (Foto: Renan Radici)
Heitor Schmidt (Foto: Renan Radici)
Heitor Schmidt (Foto: Renan Radici)
Heitor Schmidt (Foto: Gerson de Oliveira)
Heitor Schmidt (Foto: Gerson de Oliveira)

Por onde passamos

2014 – 1992 – LA NONNA – 22 anos de sucesso!

Texto: ROBERTO COSSA
Direção: NÉSTOR MONASTERIO

Elenco:

BERNADETE BORGES
CARLOS BECKER
DAISY BARELLA DA SILVA
HEITOR SCHMIDT
JERSON FONTANA
JOÃO FRANÇA
MARISTELA MARASCA

Também participaram do elenco:

CELSO ACKER
HELOÍSA PALAORO
LENZ CÉSAR
LISIANE MEDEIROS
NÉSTOR MONASTERIO

Cenografia: RODRIGO LOPES
Figurinos (concepção): RODRIGO LOPES
Figurinos (confecção): ARNO SERGIO HÖRLLE
Iluminação: NÉSTOR MONASTERIO
Contra Regra: VALESCA DA SILVA e MARIAH SCHMIDT
Maquiagem: NÉSTOR MONASTERIO
Operação de Som e Luz: JOÃO CAZALI
Programação Visual: AUGUSTO BIER
Produção: GRUPO ABRINDO BRECHA

Heitor Schmidt (Foto: Myra Gonçalves)


La Nonna (Heitor Schmidt) – Foto: Myra Gonçalves

Heitor Schmidt e João França (Foto: Néstor Monasterio)
Heitor Schmidt e Daisy Barella da Silva (Foto: Néstor Monasterio)

Maria (Daisy Marella da Silva ) e Anyula (Bernadete Borges) – Foto: Néstor Monasterio

Maria (Daisy Barella da Silva), Carmelo (Carlos Becker) e Nonna (Heitor Schmidt) – Foto: Néstor Monasterio

Chicho (Jerson Fontana) e Carmelo (Carlos Becker) – Foto: Néstor Monasterio

Chicho (Jerson Fontana) e Nonna (Heitor Schmidt) – Foto: Néstor Monasterio

Martinha (Maristela Marasca) e D. Francisco (João França) – Foto: Néstor Monasterio

Anyula (Bernadete Borges) – Foto: Néstor Monasterio

D. Francisco (João França) e Chicho (Jerson Fontana) – Foto: Néstor Monasterio

Maria (Daisy Barella da Silva) e Martinha (Maristela Marasca) – Foto: Néstor Monasterio

Maristela Marasca, Carlos Becker, Celso Acker, Bernadete Borges, Daisy Barella da Silva, Heitor Schmidt e Jerson Fontana

Maristela Marasca, Carlos Becker, Celso Acker, Bernadete Borges, Daisy Barella da Silva, Heitor Schmidt e Jerson Fontana (Foto: Carlos Becker)

Heitor Schmidt e Celso Acker (Foto: Myra Gonçalves)

A OPINIÃO DOS CRÍTICOS

“La Nonna é uma personagem inesquecível. Destas que deve figurar em qualquer lista que se pretenda honesta das dez figuras mais marcantes do teatro, gaúcho ou universal. A montagem gaúcha vale pela densidade que o drama atinge a partir do meio da história e pela memorável atuação de Heitor Schmidt“.
(Zero Hora, Porto Alegre, 1º.10.93)

“Um produto de excelente qualidade. (…)
O espetáculo é substancioso e redondo. (…)
Um dos melhores momentos dos palcos
de Porto Alegre neste ano.”
MARISTELA BAIRROS, jornalista
(Correio do Povo, Porto Alegre, 02.10.93)

“La Nonna” é o retrato vivo do canibalismo familiar. É a própria modernidade em cena. Néstor Monasterio, o diretor, entendeu isso. Esta é a sua virtude. (…)
O que surpreende, além da leveza do espetáculo, que corre pelo palco como um trem na noite, é a homogeneidade da interpretação dos atores.
“La Nonna” é um canibalismo muito bem temperado.
JEFFERSON BARROS, jornalista
(Jornal da Manhã, Ijuí, 13.01.93)

“Um grande espetáculo, mais um de Nestor Monasterio, em que os atores desenvolvem com raríssima perfeição cênica, um texto de Roberto Cossa. Com precisão de um cirurgião, o bisturi dramatúrgico entra e rasga a carne da sociedade terceiro-mundista, incapaz de deter a voracidade de alguém com quem nos acostumamos a conviver e todos queremos matar. E ainda rimos da tragédia. Somente os mestres conseguem isto, e o Grupo Abrindo Brecha tem maestria.WAGNER FERNANDES, jornalista
(A Notícia, São José do Rio Preto-SP, 27.07.93)

“No dia em que assisti, a platéia se comportava como nas boas matinês da minha infância. Falavam todos, o tempo todo, ao mesmo tempo. Mas não era para falar contra, era um falar para. Como se fosse impossível silenciar diante de toda aquela comilança. A cena contagiava, surpreendia de um jeito que era impossível ficar distante dela.”
LUCIANO ALABARSE, diretor de teatro
(A Crítica Porto Alegre, 1993)

“Verdadeiramente surpreendente a realização de La Nonna, texto do argentino Roberto Cossa e direção de Nestor Monastério, cuja primeira temporada, no Teatro de Câmara, alcançou grande presença de público. Um texto inusitado, numa situação absurda, cujo suspense prende do primeiro ao último minuto do espetáculo, faz com que La Nonna se transforme numa das principais atrações da atual temporada da cidade. Heitor Schmidt vive extraordinariamente a avó, e é, desde logo, meu candidato a melhor ator desta temporada. Seu desempenho é perfeito, e fica-se surpreso quando, ao final do espetáculo, ele revela sua verdadeira face, absolutamente oposta àquela que apresenta ao longo de toda a peça. (…) Raramente me vi tão surpreendido e tão envolvido por um espetáculo quanto neste caso, que recomendo, vivamente, considerando-o, desde logo, como um dos melhores trabalhos desta temporada.”
ANTONIO HOHLFELDT, jornalista (Jornal do Comércio, 2000)

“Preste atenção em como, de Bernadete Borges a Heitor Schmidt, o elenco revela a formação do povo gaúcho. O Mercosul Cultural está presente com Cossa e o diretor Néstor Monasterio, argentino integrado ao teatro do Rio Grande do Sul.”
JEFFERSON DEL RIOS, Revista Bravo – janeiro de 2004

Cartaz (by Augusto Bier)
Cartaz (by Augusto Bier)
Webflyer Divulgação
Webflyer Divulgação

Bernadete Borges, Daisy Barella da Silva e Carlos Becker

Carlos Becker, Daisy Barella da Silva e Maristela Marasca

Heitor Schmidt

Jerson Fontana e Bernadete Borges

B Namoro 1 copy

Heitor Schmidt e Celso Acker
Crítica JC
Jornais 2.bmp
Jornais.bmp
JM Insaciável
JC 2004
La Nonna - Zero Hora - 13.08
La Nonna - Zero Hora - 19.05
BRAVO LA NONNA FINAL
Camarim La Nonna - Daisy Barella da Silva, Maristela Marasca e Bernadete Borges
Camarim La Nonna – Daisy Barella da Silva, Maristela Marasca e Bernadete Borges
Camarim La Nonna - Celso Acker e Bernadete Borges
Camarim La Nonna – Celso Acker e Bernadete Borges
Camarim La Nonna - Jerson Fontana
Camarim La Nonna – Jerson Fontana
Camarim La Nonna - Teatro SESC - Porto Alegre - RS
Camarim La Nonna – Teatro SESC – Porto Alegre – RS
Embarque Cenário La Nonna - Em Ijuí - RS
Embarque Cenário La Nonna – Em Ijuí – RS
Na Estrada - La Nonna - Interior - RS
Na Estrada – La Nonna – Interior – RS
La Nonna - Chegada em Lajeado - RS
La Nonna – Chegada em Lajeado – RS
La Nonna - Chegada em Lajeado
La Nonna – Chegada em Lajeado
 La Nonna em Lajeado - Maristela Marasca, Bernadete Borges e Valesca da Silva

La Nonna em Lajeado – Maristela Marasca, Bernadete Borges e Valesca da Silva
La Nonna - Estreia Ijuí - RS - 1992 (Néstor Monasterio, Rodrigo Lopes, Lenz César, Carlos Becker, Bernadete Borges, Heitor Schmidt, Daisy Barella da Silva, Maristela Marasca e Jerson Fontana
La Nonna – Estreia Ijuí – RS – 1992 (Néstor Monasterio, Rodrigo Lopes, Lenz César, Carlos Becker, Bernadete Borges, Heitor Schmidt, Daisy Barella da Silva, Ângelo Bohrer, Maristela Marasca e Jerson Fontana

2009 – 2006 – O ELEVADOR

 Texto e Direção: ARTUR JOSÉ PINTO

Elenco: LU ADAMS e HEITOR SCHMIDT

Cenografia: RAFAEL SILVA
Figurinos: MAÍRA COELHO
Iluminação: BATHISTA FREIRE
Sonoplastia: THIAGO GRÜN

Produção: NEP – Núcleo de Educação Profissional do SENAC RS

Lu Adams e Heitor Schmidt
Lu Adams e Heitor Schmidt

O ELEVADOR é uma comédia romântica que fala da importância das pessoas nas vidas umas das outras.
A peça fala de encontro. Fala de novas perspectivas, a partir de novas leituras da vida. Fala da multiplicação do espaço, quando se tem uma vida mais criativa. Fala de sonhos. Fala de amor.
O ELEVADOR acerta em cheio nas grandes demandas do momento: o “importar-se”; o “fazer a diferença”; o “fim de velhas crenças”.

SINOPSE

Dia de liquidação numa loja de departamentos. Logo no início do expediente, dois dos vendedores ficam presos num elevador. O que mais poderia acontecer? Nesta confusão de compras de final de ano, Mauro e Ana, funcionários das Lojas Pindorama, têm a oportunidade de passar a limpo suas vidas pessoais e profissionais.

OBJETIVOS

A peça, escrita e dirigida por Artur José Pinto encena os principais dilemas dos trabalhadores do comércio de bens e de serviços, entre eles a conquista de clientes, o bom atendimento e a motivação para as vendas. Num formato dinâmico e interativo, os atores Lu Adams e Heitor Schmidt vivem, em seus personagens, o cotidiano dos funcionários do comércio varejista.

Lu Adams e Heitor Schmidt
Lu Adams e Heitor Schmidt

Lu Adams e Heitor Schmidt - O ELEVADOR 10

Lu Adams e Heitor Schmidt - O ELEVADOR 11

Lu Adams e Heitor Schmidt - o elevador 9

Lu Adams e Heitor Schmidt - O ELEVADOR 4

Lu Adams
Lu Adams
Heitor Schmidt
Heitor Schmidt

ALGUNS EVENTOS POR ONDE PASSAMOS:

2006 – Porto Alegre – RS – Auditório da FATEC – Faculdade de Tecnologia – Promoção: Senac/RS

2006 – Porto Alegre – RS –Hotel Continental – IX Fórum de Planejamento Sistema Fecomércio- RS.

2006 – Porto Alegre – RS – Teatro do SESI – II Convendas – Congresso Gaúcho de Vendas, Atacadistas e Distribuidores – Promoção: Associação Gaúcha de Atacadistas e Distribuidores

2006 – Caxias do Sul – RS – Hotel Samuara – Sirecom, 1° Congresso Gaúcho de Representantes Comerciais. Promoção: Secovi/RS.

2006 – Alegrete – RS – Clube Juventude – Dia do Comerciante. Promoção: Sindilojas e Centro Empresarial de Alegrete.

2006 – Três Passos – RS – Auditório da Unijuí. Promoção: Sindilojas, Cacis – Câmara do Comércio, Indústria e Serviços de Três Passos e Unijuí.

2006 – Santa Cruz do Sul – RS –Auditório Colégio São Luiz – Rio Grande no Palco / 60 Anos Sesc e Senac. Promoção: Sindilojas, Sesc e Senac.

2006 – Novo Hamburgo – RS – Sala de Cinema – Novo Shopping – 4º Congresso da Associação dos Lojistas. Promoção: Sesc, Sindilojas e Associação dos Lojistas Do Novo Shopping

2006 – Camaquã – RS – Clube Camaquense – Entrega de prêmios da Associação Comercial e Industrial de Camaquã

2007 – Lajeado – RS – Centro Comunitário Evangélico – Arte Sesc / Cultura por toda a parte – Promoção: Sesc, CDL Lajeado, Sindicabes e Sindilojas Vale do Taquari.

2007 – Caxias do Sul – RS – Casa de Cultura Pedro Parenti – II Semana do Comércio e Serviços. Promoção: Sindilojas, CDL, Sindigêneros, Prefeitura de Caxias do Sul (Secretaria de Desenvolvimento Econômico),     CIC,  Acomac, Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares, Sebrae RS, Sesc RS e Senac

2007 – Taquara – RS – Sociedade 5 de maio – 62 Anos do Sindilojas do Vale do Paranhana. Promoção: Sindilojas/VP e Sebrae/RS

2007 – Tramandaí – RS – Auditório da Prefeitura Muncipal – Promoção: CDL – Câmara de Dirigentes Lojistas de Tramandaí

2008 – Porto Alegre – RS – Auditório da FATEC ¬– Capacitação para Equipes de Atendimento do Senac de todo o RS – Promoção Senac/RS

2008 – Bento Gonçalves – RS – Clube Aliança – Ações do Sindilojas Jovem de Bento Gonçalves, com apoio do Senac local.

2009 – Torres – RS – Centro Municipal de Cultura – Dia do Comerciante. Promoção: Sindilojas. Apoio: SESC/RS, Senac/Torres e Prefeitura Municipal de Torres.

Cena "Classificados". com o público, em Lajeado, no Centro Comunitário Evangélico
Cena “Classificados”, com o público, em Lajeado, no Centro Comunitário Evangélico

O Elevador 057

Público em Alegrete - Clube Juventude
Público em Alegrete – Clube Juventude

2008 – CLEO E CLEA

TEXTO: CELSO LUIS PAULINI

Fábio Castilhos (Foto: Eduardo Cáceres)

UERGS – 2008
Componente Curricular: DIREÇÃO TEATRAL
Professora: JEZEBEL DE CARLI
Elenco: FABIO CASTILHOS e SISSI VENTURIN
Direção: HEITOR SCHMIDT
Fotos: EDUARDO CÁCERES
Sinopse:

O texto Cléo e Clea pode ser enquadrado dentro do chamado teatro do absurdo, que apesar de não ser considerado um gênero dramático, serve como guia para identificarmos momentos de nonsense, o obscuro, o surreal.  A peça de Celso Luiz Paulini (1929-1992) subverte a banalidade do real apesar de servir-se de uma situação familiar e cotidiana. O autor concentra a ação dramática em pouco tempo, numa peça curta em que os diálogos reveladores vão surpreendendo.

Os véus, à primeira vista inocentes, escorregam lentamente até serem rasgados e amontoados em um nó trançado no sobressalto do cômico e do trágico. É o vazio escancarando uma miséria conhecida: a existência humana absolutamente sem sentido.

Fábio Castilhos e Sissi Venturin

2006 – CENA BONITINHA, MAS ORDINÁRIA

CENA: BONITINHA, MAS ORDINÁRIA ou Otto Lara Resende
de Nélson Rodrigues
Trabalho de Prática de Encenação Teatral

Professora: Jezebel de Carli

Graduação em Teatro – Licenciatura – UERGS

Direção da aluna:

DEDY RICARDO

Elenco:
Renata de Lélis e Heitor Schmidt
ENSAIOS:
Heitor Schmidt e Renata de Lélis
Dedy Ricardo

 

2005 – O JARDIM DAS CEREJEIRAS

 

O JARDIM DAS CEREJEIRAS
de Anton Tchékhov
Graduação em Teatro – Licenciatura
Componente Curricular: Atuação II
UERGS
Professora: Celina Alcântara
ELENCO
Denise Pereira
Denisson Gargionne
Dione Giehl
Elias de Castro
Everton do Espírito Santo
Fabiano da Silveira
Fábio Castilhos
Fernando Tepasse
Giovanna Zottis
Gina Samanta
Heitor Schmidt
Juliana Kussler
Renata de Lélis

2005 – SARAU TRÁGICO

Direção e comentários: Camila Bauer

elenco:

DEBORAH FINOCCHIARO e HEITOR SCHMIDT

Projeto “Quartas no Quarto”
Quarto Andar – Usina do Gasômetro
Leituras de fragmentos escolhidos de tragédias gregas de Ésquilo, Sófocles e Eurípides, e de trechos de algumas versões de tragédias, assinadas por autores como Racine, Heiner Müller e Sarah Kane, intercaladas por comentários com a participação da platéia.

Segundo Aristóteles, é possível alcançar o efeito trágico ao apenas ler uma peça, sem uma performance.
Com o Sarau Trágico, a leitura destas obras e um posterior comentário dialogando com o público presente cria novas possibilidades de percepção.
Deborah Finocchiaro, Heitor Schmidt e Camila Bauer
Deborah Finnochiaro e Heitor Schmidt

2005 – CORAÇÃO NA BOCA

Heitor Schmidt e Deborah Finnochiaro

A Leitura Dramática “Coração na Boca” é composta por três textos do dramaturgo e poeta paulista Celso Luiz Paulini (1929 -1992), integrante da chamada “Geração 60 de São Paulo”. Os atores lêem e interpretam em aproximadamente 60 minutos, “O Pavão Noturno”, “O Piquenique” e “Cleo e Clea” – três encontros onde estão presentes a solidão, a crueza, o patético e o humor nas relações a dois, homem e mulher.
“Coração na Boca” tem interpretação dos atores Deborah Finocchiaro e Heitor Schmidt, que apresentam ao público um autor inédito nos palcos gaúchos, cuja qualidade dramatúrgica merece ser conhecida pelas novas gerações.
O espetáculo, de concepção enxuta, tem seu foco principal na interpretação oral dos atores e nas soluções encontradas para contar e encadear as três histórias, com utilização de adereços, trilha sonora e iluminação.

2003 – O CONCÍLIO DO AMOR

Texto: Oskar Panizza
Direcao: Néstor Monastério
Elenco:
Alexandre Bado
Fernanda Carvalho Leite
Gutto Basso
Heitor Schmidt
Luciana Kunst
Rodrigo Pessin
Vera Carvalho
Cenografia: Rodrigo Lopes
Figurinos (Concepção): Sérgio Lopes
Figurinos (Execução): Liga Rigo e Val Schneider
Duração: 1h25min
bacanal copy
O Concílio do Amor –  (Foto: Cristina Lima)
Rádio – spot 30″ – O Concílio do Amor (Loc. Heitor Schmidt)
O preço da culpa
“O Concílio do Amor” está no Renascença
(RENATO MENDONÇA – ZERO HORA – 14 de março de 2003)
Depois de lotar o Theatro São Pedro durante o Porto Verão Alegre, a montagem O Concílio do Amor volta a cartaz, agora no Teatro Renascença.
Voltou para provar que o sucesso se justifica, que Néstor Monasterio é um ótimo diretor e que o texto de Oskar Panizza sente o peso dos anos.
O núcleo da trama é o encontro de Deus, Maria, Jesus e o Diabo para decidir que castigo seria infringido aos homens, na tentativa de pôr freio à dissolução dos costumes que reinava na corte do Papa Alexandre VI, no século 15. A solução do belzebu: associar o sexo a uma doença mortal. Na época, a peste tinha o nome de sífilis, hoje, atende por Aids, mas o importante no Concílio é mesmo a doença que leva homens e deuses a acreditar no que é fachada, no ritual que só serve para distrair.
Monasterio coloca tudo isso em cena: Deus é entrevado e caquético, Jesus se esforça para não perder a pose de crucificado, Maria luta para manter o sorriso beatífico. Só o diabo se dá o direito de ser contraditório e complexo. A direção desenha os movimentos com habilidade e extrai do elenco um olhar ora devasso, ora ingênuo, com destaque para Heitor Schmidt (como o demo) e Rodrigo Pessin (que garante o timing da comédia). A encenação tem seus bons truques: torres de tubulados facilitam o trânsito entre Céu, Terra e Inferno.
A cena final, quando o castigo chega em forma de mulher nua, com o sexo oculto apenas por um crucifixo, se justifica. Era como Panizza enxergava a ação da Igreja Católica – um jogo de espelhos entre fé e desejo, a exigir uma decisão desnecessária entre espírito e desejo. O Concílio do Amor está de sexta a domingo, às 21h, no Renascença (Erico Verissimo, 307). Ingressos a R$ 15, com desconto de 30% para o Clube do Assinante.
cartaz 01
JORNAL DO COMÉRCIO
Teatro/Crítica – (Antonio Hohlfeldt)
03 de março de 2003
Simplesmente brilhante

Não encontrei o nome de Oskar Panizza em nenhuma enciclopédia ou dicionário de teatro. Nem mesmo a Brittanica traz seu registro. No entanto, ele certamente existiu e, dentre tantas coisas que deve ter praticado, escreveu uma peça denominada “O concílio do amor”, que Nestor Monastério descobriu e encenou, com excepcional resultado, e que pôde ser visto no palco do Theatro São Pedro. Não sei o quanto do diretor está neste espetáculo e o quanto existe do texto original do dramaturgo, simplesmente porque o desconheço. De todo o modo, fica-se surpreendido com o texto em si, pela ironia ferina, pela profundidade da reflexão – que tanto é objetivo quanto filosófico, como no grande “bife” dado pelo demônio, aí pela metade da peça – e, enfim, pela atualidade do tema que discute, se substituirmos a sífilis de então pela Aids de hoje em dia, até porque a principal preocupação do autor não é esta ou aquela doença, mas sim uma maior e mais perseverante, o cinismo e as mentiras de que se valem toda e qualquer religião para subsistir. Aliás, a encenação já andou movimentando alguns circuitos religiosos mais conservadores, que pelo jeito querem reeditar o Index da Inquisição em pleno século XXI! Seja lá o que for que tiver de Panizza e de Monastério, o certo é que o resultado final é simplesmente brilhante. A cenografia de Rodrigo Lopes cria um “céu” provisório, como que sempre em obras, graças àqueles andaimes. Os figurinos de Sérgio Lopes reforçam essa impressão de coisa em decomposição, como sugerem as primeiras falas de Deus. A coreografia de Jussara Miranda está atenta ao detalhe, como aquele arrastar de pés com que um dos anjos, Alexandre Bado, marca sua saída, levando Maria com o filho deposto da cruz. A preparação corporal de Fernanda Carvalho Leite, que igualmente interpreta uma literalmente lasciva e ingênua Lucrecia Bórgia – ela estupenda, aliás, como sempre – permite os malabarismos dos atores em cena com absoluta naturalidade. Guto Basso vive um Deus caquético, vingativo e intolerante; Luciana Kunst é uma Virgem Maria inteligente, sensível e ardilosa; Rodrigo Pessin, com algumas dificuldades, interpreta um Jesus mortificado, meio idiota e deslocado; Vera Carvalho completa a dupla de anjos com muita sensualidade quando em outros papéis. Heitor Schmidt – disparado o melhor intérprete de todos – vive o demônio. Sua passagem antológica, aquele “bife” já mencionado, na metade do espetáculo, é inesquecível. Sua composição, entre realista e simbólica, permite ao intérprete uma corporificação inesquecível. Nestor Monastério, um de nossos melhores realizadores cênicos, reafirma sua competência, sua criatividade e, sobretudo, seu senso de oportunidade. “O concílio do amor” desponta, desde logo, como dos melhores espetáculos da temporada, com direito a muitas reprises.
inferno - FOTO CRISTINA LIMA
O inferno – (Foto: Cristina Lima)
 Diabo (Heitor Schmidt) e Deus (Gutto Basso) – foto: Cristina Lima
O Diabo (Heitor Schmidt) e Deus (Gutto Basso) – foto: Cristina Lima
Salomé (Fernanda Carvalho Leite) e o Diabo (Heitor Schmidt)
Salomé (Fernanda Carvalho Leite) e o Diabo (Heitor Schmidt)
Heitor Schmidt, Fernanda Carvalho Leite, Vera Carvalho, Guto Basso, Alexandre Bado e Luciana Kunst
Maria (Luciana Kunst) e o Diabo (Heitor Schmidt) – Foto: Cláudio Fachel)

Jesus Cristo (Rodrigo Pessin) - foto: Claudio Fachel
Jesus Cristo (Rodrigo Pessin) – foto: Claudio Fachel
No camarim - Theatro São Pedro (Porto Alegre-RS)
No camarim – Theatro São Pedro (Porto Alegre-RS)
Rodrigo Pessin e Heitor Schmidt  - Camarim Theatro São Pedro (Porto Alegre-RS)
Rodrigo Pessin e Heitor Schmidt – Camarim Theatro São Pedro (Porto Alegre-RS)

 

1997 – TOILETTE

de Artur José Pinto
Direção: Heitor Schmidt
Elenco:
Ana Carina Crivello
Claudia Scherer
Elisa Keller
Emanuela Lajus
Gherusa Cassol
Mariana Lajus
Marjorie Bier
Gessica Moraes
Roberta Macagnan Branco
Roberta Macagnam e Gessica Moraes (Foto: Paulo Scortegagna)
“O Grupo de Teatro da Comunicação Social, Sereias & Granulados, apresentou durante a 2ª Semana Acadêmica, a peça “Toilette”, de Artur Pinto, com direção de Heitor Schmidt. O Grupo aborda o universo feminino de uma forma bem humorada e usa como cenário a toilette de uma casa noturna. Diversas situações são abordadas durante a peça, como a rivalidade feminina, bebedeiras, encontros inusitados, a Louca e o mistério de um assassinato com batida policial, tudo isso encenado de forma criativa e muito bem representado pelo elenco exclusivamente feminino. O sucesso ficou garantido pelo grande público que prestigiou a estréia e pelos diversos convites feitos por vários segmentos da comunidade para futuras apresentações. O G&T apóia a iniciativa da Comunicação Social e deseja sucesso ao grupo.”
(Gregos & Troianos – UNIJUÍ – Universidade de Ijuí/RS – novembro de 1997)

1995 – O PARTURIÃO

 

O Parturião - ficha técnica.tif
O Parturião - A Banda
A Banda: Marco Fronckowiak (bumbo), Yve Machado (pratos), Heitor Schmidt (flauta), Lu Olendzki (acordeon), Dilmar Messias (trombeta), Adriano Basegio (tarol), Lu Adams (buzinas) e Mário de Ballentti (pistão)
João Teité (Mário Ballenti), Mané Marruá (Heitor Schmidt) e Matias Cão (Lu Adams)
João Teité (Mário de Ballentti), Mané Marruá (Heitor Schmidt) e Matias Cão (Lu Adams)
João Teité (Mário Ballenti) e Linora (Heitor Schmidt)
João Teité (Mário de Ballentti) e Linora (Heitor Schmidt)

João Teité (Mário Ballenti) e Linora (Heitor Schmidt)

João Teité (Mário de Ballentti) e Linora (Heitor Schmidt)
Marruá (Heitor Schmidt), Teité (Mário Ballenti), Tabarone (Adriano Basegio), Rosaura (Lu Olendski) e Matias Cão (Lu Adams)
Marruá (Heitor Schmidt), Teité (Mário de Ballentti), Tabarone (Adriano Basegio), Rosaura (Lu Olendzki) e Matias  Cão (Lu Adams)
Marruá (Heitor Schmidt), Matias Cão (Lu Adams) e Boracéia (Yve Machado)
Marruá (Heitor Schmidt), Matias Cão (Lu Adams) e Boracéia (Yve Machado)
Médicos e assistentes ( Lu Adams, Lu Olendski, Mário Ballenti e Adriano Basegio e o Parturião (Heitor Schmidt)
Médicos e Assistentes (Lu Adams, Lu Olendzki, Mário de Ballentti e Adriano Basegio) e o Parturião (Heitor Schmidt)
Mané Marruá (Heitor Schmidt)
Mané Marruá (Heitor Schmidt)
Marruá (Heitor Schmidt), Teité (Mário Ballenti), Tabarone (Adriano Basegio) e Matias Cão (Lu Adams)
Marruá (Heitor Schmidt), Teité (Mário de Ballentti), Tabarone (Adriano Basegio) e Matias Cão (Lu Adams)
Fabrício (Marco Fronckowiack)
Fabrício (Marco Fronckowiak) Foto: Carlos Becker

Fabrício (Marco Fronckowiak) e Rosaura (Lu Olendzki)

Fabrício (Marco Fronckowiak)

Fabrício (Marco Fronckowiak)
No intervalo da peça, sorteio de prêmios para a plateia. Em Ijuí o professor Edemar José Zanon ganhou uma melancia, entregue pelo General Euríclenes (Néstor Monasterio)
No intervalo da peça, sorteio de prêmios para a plateia. Em Ijuí, o professor Edemar José Zanon ganhou uma melancia, entregue pelo General Euríclenes (Néstor Monasterio)

O Parturião - miolo programa

1988 – PEQUENO PRÍNCIPE EM BUSCA DE UM AMIGO

Texto: GUTO GRECO

Direção: NÉSTOR MONASTERIO

ELENCO:

GUTO GRECO
HEITOR SCHMIDT
HELOÍSA PALAORO
MÁRIO DE BALLENTTI

O Pequeno Príncipe( Heloísa Palaoro) e o Homem de Negócios (Guto Greco)
O Pequeno Príncipe (Heloísa Palaoro) e o Homem de Negócios (Guto Greco) – Foto: Luciano Corrêa
Os Homens de Negócios (Heitor Schmidt, Mário de Ballentti e Guto Greco) e o Pequeno Príncipe (Heloísa Palaoro)
Os Homens de Negócios (Heitor Schmidt, Mário de Ballentti e Guto Greco) e o Pequeno Príncipe (Heloísa Palaoro) – Foto: Luciano Corrêa
Os Vaidosos (Heloísa Paloro, Mário de Bellentti e Heitor Schmidt)
Os Vaidosos (Heloísa Palaoro, Mário de Bellentti e Heitor Schmidt) – Foto: Luciano Corrêa
O Aviador (Heitor Schmidt) e o Pequeno Príncipe (Heloísa Paloro)
O Aviador (Heitor Schmidt) e o Pequeno Príncipe (Heloísa Palaoro) – Foto: Luciano Corrêa
Pequeno Príncipe (Heloísa Paloro) e o Aviador (Heitor Schmidt)
Pequeno Príncipe (Heloísa Palaoro) e o Aviador (Heitor Schmidt) – Foto: Luciano Corrêa
A Rosa (Guto Greco) e o Pequeno Príncipe (Mário de Ballentti)
A Rosa (Guto Greco) e o Pequeno Príncipe (Mário de Ballentti) – Foto: Luciano Corrêa
O Rei (Heitor Schmidt) e o Pequeno Príncipe (Heloísa Palaoro)
O Rei (Heitor Schmidt) e o Pequeno Príncipe (Heloísa Palaoro) – Foto: Luciano Corrêa
O Pequeno Príncipe (Heloísa Palaoro) e o Rei (Heitor Schmidt)
O Pequeno Príncipe (Heloísa Palaoro) e o Rei (Heitor Schmidt) – Foto: Luciano Corrêa
A Raposa (Mário de Ballentti) e o Pequeno Príncipe (Heloísa Palaoro)
A Raposa (Mário de Ballentti) e o Pequeno Príncipe (Heloísa Palaoro) – Foto: Luciano Corrêa
A Raposa (Mário de Ballentti) e o Pequeno Príncipe (Heloísa Palaoro)
A Raposa (Mário de Ballentti) e o Pequeno Príncipe (Heloísa Palaoro) – Foto: Luciano Corrêa
A Cobra manipulação: Mário de Ballentti) e o Pequeno Príncipe (Helóisa Palaoro)
A Cobra (manipulação: Mário de Ballentti) e o Pequeno Príncipe (Helóisa Palaoro) – Foto: Luciano Corrêa
A Cobra e Mário de Ballentti
Mário de Ballentti – Foto: Luciano Corrêa
Guto, Ximi, Mário e Lolô
Guto, Ximi, Mário e Lolô – Foto: Luciano Corrêa
Heitor Schmidt, Guto Greco, Heloísa Palaoro e Mário de Ballentti
Heitor Schmidt, Guto Greco, Heloísa Palaoro e Mário de Ballentti

Cartaz (By Naor Nemmen)

Cartaz (By Naor Nemmen)

Programa de Estreia (By Naor Nemmen)
Programa de Estreia (By Naor Nemmen)
Programa - Temporada em São Paulo
Programa – Temporada em São Paulo – Clique AQUI
Programa - Temporada em São Paulo - Miolo
Programa – Temporada em São Paulo – Miolo
Programa - Temporada em São Paulo - verso
Programa – Temporada em São Paulo – verso

1986 – MIL E UMA HISTÓRIAS

Texto: CARLOS CARVALHO

Direção: NÉSTOR MONASTERIO

Produção: Grupo Abrindo Brecha – Ijuí-RS

ELENCO:

Carlos Becker 
Daisy Barella da Silva
Heitor Schmidt
Cida Mendes

música: Néstor Monasterio
arranjos: Letieres Leite
músicos: Letieres Leite, Dudu Trentin, Quéço
figurinos: Arno Sérgio Höerlle e Reneé El Ammar
perucas (confecção): Irene Lucchese
operação de luz: Vladinei Weschenfelder
operação de som: Marco Frota
contra-regra: Valesca da Silva
programação visual: Moisés Mendes

Salsicha (Cida Mendes ), Sancho Pança (Heitor Schmidt), D. Quixote (Carlos Becker) e Meio litro (Daisy da Silva)
Salsicha (Cida Mendes ), Sancho Pança (Heitor Schmidt), D. Quixote (Carlos Becker) e Meio Litro (Daisy da Silva)
Sancho pança (Heitor Schmidt) e D. Quixote (Carlos Becker)
Sancho Pança (Heitor Schmidt) e D. Quixote (Carlos Becker)
Cartolo (Carlos Becker) Dalila (Daisy da Silva), Chucrut (Heitor Schmidt) e Salsicha (Cida Mendes)
Bartolo (Carlos Becker) Dalila (Daisy da Silva), Chucrut (Heitor Schmidt) e Salsicha (Cida Mendes)

CRÍTICA

UM ESPETÁCULO CATIVANTE

O Grupo de Teatro Abrindo Brecha nesta sua mais corajosa e arrojada produção, consegue efetivamente transformar o espetáculo numa grande brincadeira, que diverte crianças, jovens e também os adultos. O grupo investiu alto, deu tudo de si e apostou no próprio talento. O primeiro passo foi a contratação do jovem diretor Néstor Monasterio, que acabou se envolvendo nos mínimos detalhes da produção, acompanhando a confecção dos figurinos e adereços, além, é claro, de preparar os atores, que com ele aprenderam a cantar, a dançar, a fazer mímica e a elaborar o seu trabalho de interpretação. O resultado está esplêndido. O espetáculo cativa desde a primeira cena. O público mergulha no mundo do sonho, da imaginação e da fantasia quando a cortina se abre e o palco mostra os dois palhaços dormindo. Logo, é envolvido pela música e pela proposta “onde estás que não te vejo, sinto falta dos teus beijos, ai que dor…” O espetáculo fecha com a mesma cena, a brincadeira terminou, mas a mensagem de alegria permanece no coração das crianças.
(…)
“A essência do teatro é o circo. A essência do circo, o palhaço. O palhaço é uma criança-adulta que pode fazer o que o consciente reprime. Ele pode se divertir por nada, rir por tudo e chorar por isso. O palhaço tudo transforma, tudo molda em seu mundo direto, simples e singelo”, afirma Néstor Monasterio.
“E nossos palhaços entrarão no mundo desses duendes chamados crianças, e transformarão, como eles o fazem, pincéis em lanças, borrachas em pessoas, lápis em liteiras. E viajarão com Dom Quixote e brincarão com Romeu e Julieta”.
(…)
Os quatro palhaços – Salsicha, Bartolo, Meio Litro e Chucrut – transformam a realidade e vivem em cena os personagens que vão saindo de um grande livro de histórias e também de seus sonhos. para criar este clima, funcionam de maneira extraordinária os belos figurinos recriados e confeccionados por Reneé El Ammar, em cima da proposta de Arno Sérgio Höerlle, as perucas confeccionadas por Irene Lucchese e os maravilhosos adereços; a música, do próprio Néstor, com arranjos de Letieres Leite; a iluminação, criada por Néstor e operada por Vladinei Weschenfelder.
Para quem acompanha o trabalho do grupo Abrindo Brecha, desde Cadeiras Proibidas, passando por Eu Chovo, Tu Choves, Ele Chove e Bastam Dois para Dançar um Bom BoleroMil e Uma Histórias proporciona uma renovada satisfação. Transparece aqui nitidamente o novo salto de qualidade que o grupo consegue empreender, através de um melhor aproveitamento dos atores. E o responsável por isso é Néstor Monasterio. Foi a primeira experiência do grupo com um diretor que pouco conhecia de seu trabalho. E quem ganhou foi o próprio grupo, e, é claro, o público. Néstor conseguiu liberar a criatividade e as potencialidades dos quatro atores – todos realizam um excelente trabalho.
Cida Mendes está maravilhosa como Salsicha, conduzindo a narrativa com habilidade e desenvoltura. Daisy (Julieta e Cleópatra) está cativante, Carlos Becker faz um sensacional Dom Quixote, um terrível Drácula e um simpático palhaço Bartolo. Heitor Schmidt incendeia o palco com seu vibrante Nero e empolga o público com as demais interpretações de Sancho Pança, Romeu (fazendo ótima dupla de serviçais com Becker, ao lado de Dalila/Daisy), morcego e palhaço Chucrut.
Com este espetáculo, sem dúvida, o nosso Grupo de Teatro Abrindo Brecha mostra que está disposto a crescer sempre mais e se insere na linha dos grupos de frente do teatro gaúcho, que atravessa uma excelente fase.
(Regina Perondi – Jornal da Manhã – Ijuí/RS – 19.07.1986)

Cartaz e Capa do programa (By Moisés Mendes)
Cartaz e Capa do programa (By Moisés Mendes)
Programa - Miolo
Programa – Miolo

Crítica Mil e Uma

1985 – BASTAM DOIS PARA DANÇAR UM BOM BOLERO

Texto: ROBERTO BORDIN

Direção: CARLOS BECKER E HEITOR SCHMIDT

elenco
CARLOS BECKER
HEITOR SCHMIDT

participação especial:
Armgard Lutz
Branca Moellwald
Claudir Gattermann
Cleusa Biedacha
Liliane de Souza
Pedro Borges
Thales Biedacha
Valesca da Silva

contra-regra: DAISY SCHMIDT
operação de luz: CIDA MENDES
operação de som: MARCO FROTA
cartaz: MOISÉS MENDES
cenografia, figurinos e iluminação: ABRINDO BRECHA
produção: GRUPO ABRINDO BRECHA – IJUÍ- RS

Cartaz (by Moisés Mendes)
Cartaz (by Moisés Mendes)
Carlos Becker e Heitor Schmidt
Carlos Becker e Heitor Schmidt

 

Heitor Schmidt e Carlos Becker

CRÍTICA

CONQUISTANDO SUPERLATIVOS
Difícil dormir depois de assistir a uma peça como Bastam Dois para Dançar um Bom Bolero. (…)
As cenas ficam voltando, provocando inquietação, dúvida. (..)
O apelo visual – que sempre foi o forte do grupo, aliado à força dramática do texto e à extraordinária interpretação dos dois atores, Heitor Schmidt e Carlos Becker, conferem a esta montagem do Abrindo Brecha um trabalho artístico do mais alto nível. (…)
O desempenho dos dois atores impede que o desinteresse perturbe a longa narrativa, mantendo o público preso ao espetáculo, embora sob clima de constante tensão. (…)
Grupo de Teatro Abrindo Brecha de Ijuí, com mais esta extraordinária montagem, Bastam Dois para Dançar um Bom Bolero, realmente, só merece aceitar superlativos.
Vá e leve seus amigos.
(Regina Heurich Perondi – Jornal da Manhã – Ijuí/RS – 13.04.1985)

Carlos Becker

Heitor Schmidt

Programa (By Moisés Mendes)
Programa (By Moisés Mendes)
Programa - Miolo
Programa – Miolo

Crítica Bastam Dois

1984 – EU CHOVO, TU CHOVES, ELE CHOVE…

Texto: Sylvia Orthoff

Direção:
HEITOR SCHMIDT

Elenco:
APARECIDA MENDES
ARMGARD LUTZ
CARLOS BECKER
DAISY SCHMIDT
FERNANDO CASSEL
HEITOR SCHMIDT
LÍDIA ALLEBRANDT
LILIANE DE SOUZA

Pindo de Chuva (Daisy da Silva) e Ovo Bonifácio
Pingo de Chuva (Daisy da Silva) e Ovo Bonifácio
O Sol (Fernando Cassel)
O Sol (Fernando Cassel)
Chuvisco (Armgard Lutz)
Chuvisco (Armgard Lutz)
Galinha D'Angola (Heitor Schmidt) e Pingo de Chuva (Daisy da Silva)
Galinha D’Angola (Heitor Schmidt) e Pingo de Chuva (Daisy da Silva)
Tia Nuvem (Cida Mendes)
Tia Nuvem (Aparecida Mendes)
Ova de Peixe (Lídia Allebrandt) e Sereia (Liliane  de Souza)
Ova de Peixe (Lídia Allebrandt) e Sereia (Liliane de Souza)
Patrão Chuveiro (Carlos Becker) e Pingo de Chuva (Daisy da Silva)
Patrão Chuveiro (Carlos Becker) e Pingo de Chuva (Daisy da Silva)
Tia Nuvem (Aparecida Mendes), Sereia (Liliane de Souza), Pingo de Chuva (Daisy da Silva), Príncipe Elefântico (Heitor Schmidt) e Ova de Peixe (Lídia Allebrandt)
Tia Nuvem (Aparecida Mendes), Sereia (Liliane de Souza), Pingo de Chuva (Daisy da Silva), Príncipe Elefântico (Heitor Schmidt) e Ova de Peixe (Lídia Allebrandt)
A chegada do Príncipe Elefântico
A chegada do Príncipe Elefântico
O banho do Patrão Chuveiro
O banho no Patrão Chuveiro

O banho

O banho
O desmaio da Sereia
O desmaio da Sereia
No galinheiro
No galinheiro
Ova de Peixe (Lídia Allebrandt)
Ova de Peixe (Lídia Allebrandt)
Sereia (Liliane de Souza), Pingo de Chuva (Daisy da Silva e o Ovo Bonifácio
Sereia (Liliane de Souza), Pingo de Chuva (Daisy da Silva) e o Ovo Bonifácio
Pingo de Chuva (Daisy da Silva) e Ovo Bonifácio)
Pingo de Chuva (Daisy da Silva) e Ovo Bonifácio)

Sereia (Liliane de Souza)

Sereia (Liliane de Souza)

Todos

Na estrada: Jorge Pimentel (operador de som e luz)
Na estrada: Jorge Pimentel (operador de som e luz), Fernando Cassel, Liliane de Souza, Lídia Allebrandt, Aparecida Mendes, Heitor Schmidt e Daisy Barella da Silva.
Cartaz (By Moisés Mendes)
Cartaz (By Moisés Mendes)
Programa - Miolo (By Moisés Mendes)
Programa – Miolo (By Moisés Mendes)
Crítica Eu Chovo
Participação das crianças no final
Participação das crianças no final
Encontro com os pequenos
Encontro com os pequenos
Intervalo de ensaio
Intervalo de ensaio

Intervalo de Ensaio - 02

Intervalo de Ensaio - 03

1983 – CADEIRAS PROIBIDAS

Adaptação de contos de:
IGNACIO DE LOYOLA BRANDÃO

Direção:
JAVA BONAMIGO

Elenco:
CARLOS BECKER 
DAISY DA SILVA 
HEITOR SCHMIDT 
JAVA BONAMIGO 
THALES BIEDACHA

Público

Estréia de CADEIRAS PROIBIDAS, Auditório do CEAP, Ijuí, RS (1993).

Java Bonamigo
Java Bonamigo
Carlos Becker, Java Bonamigo e Daisy da Silva
Carlos Becker, Java Bonamigo e Daisy da Silva
Carlos Becker (de costas), Java Bonamigo (com máscara), Daisy da Silva e Heitor Schmidt
Carlos Becker (de costas), Java Bonamigo (com máscara), Daisy da Silva e Heitor Schmidt
Heitor Schmidt, Daisy da Silva, Java Bonamigo e Carlos Becker
Heitor Schmidt, Daisy da Silva, Java Bonamigo e Carlos Becker

Cadeiras 2

Cadeiras 1

Cadeiras 7

CRÍTICA

A montagem de estréia do Grupo Teatral Abrindo Brecha de Cadeiras Proibidas, de Ignácio de Loyola Brandão, seguramente deixa antever uma trajetória de muito sucesso para o teatro amador em Ijuí, amparada na seriedade e dedicação ao trabalho de quatro jovens que fundiram as suas energias para fazerem aquilo que gostam. E Cadeiras Proibidas realmente explodiu na quarta-feira à noite no palco do CEAP, diante de um público que lotou o auditório e aplaudiu entusiasticamente o trabalho do novo grupo, demonstrando ao mesmo tempo satisfação, perplexidade e alegria em sentir que Ijuí tem teatro. O importante é que o grupo escolheu para estréia um texto consistente, levado de forma ambiciosa para o palco, e apresentou uma verdadeira lição de teatro, explorando de forma bonita e bem marca a expressão corporal e os recursos de voz dos quatro atores. A direção coletiva mereceu os aplausos pelo ritmo em que se desenvolveu o espetáculo. Destaque especial para o experiente Java Bonamigo na concepção dos cenários e José Bonamigo na sonoplastia. A iluminação, simples e de muito efeito, esteve a cargo de Cláudio Geraldo Wesendonck. A bela e envolvente música de Astor Piazzolla contribuiu para o perfeito clima de absurdo do espetáculo, que, segundo o professor de Literatura Brasileira, Alberi Maffi, foi uma transposição fiel do texto de Loyola. O espetáculo abre de forma inquietadora e densa: sem palavras. Os quatro atores, apenas vestindo calções e maiô negros se agitam lentamente no palco rindo, grunhindo e andando de quatro. O desafio e a inquietação assim lançados ao público, cativaram a atenção para o desenrolar da peça, que mostra através de diversas cenas e personagens “a visão dos extremos a que pode chegar o homem diante dos absurdos impostos pelo cotidiano”. A vontade de tirar um pedaço da memória, o incrível diálogo do homem consigo mesmo pelo telefone, o recenseamento geral, a inspeção de rotina para verificar a existência das cadeiras proibidas (excelente) culminam com um tragicômico jantar a luz de velas em que justamente o cotidiano sentar para comer leva o homem à extrapolação de seus mais abjetos instintos. Excelente o trabalho de Daisy, Heitor, Java e do estreante Becker. No programa impresso distribuído à entrada, dizem os atores: “Nosso primeiro trabalho chega ao palco graças à força dessa gente inquieta que se espreme por aí, repartindo sonhos de ver Ijuí reconhecida também pela sua arte. O espetáculo que apresentamos é o retrato sem retoque desse nosso dia-a-a-dia alucinado. Nós vamos continuar… ABRINDO BRECHA.” Por favor, continuem!
(Regina Heurich Perondi – JORNAL DA MANHÃ, Ijuí-RS, 22 de janeiro de 1983)
Crítica Cadeiras proibidas
Cartaz (By Moisés Mendes)
Cartaz (By Moisés Mendes)
Capa Programa (By Moisés Mendes)
Capa Programa (By Moisés Mendes)
Programa 01 - Miolo
Programa 01 – Miolo
Programa 01 - Miolo
Programa 02 – Miolo
Cartaz de estreia de Cadeiras Proibidas: foi pintado com pincel atômico no verso de formulários contínuos.
Cartaz de estreia de Cadeiras Proibidas: pintado com pincel atômico no verso de formulários contínuos.
Panfleto
Panfleto
Autorização do autor
Autorização do autor

 

 

Preparação para pegar a estrada - Ijuí - RS
Preparação para pegar a estrada – Ijuí – RS (Jorge Pimentel, Marco Frota, Carlos Becker, Cleusa Biedacha, Francisco Möellwald,  Cida Mendes, Branca Möellwald e Thales Biedacha)

1979 – HOMENS, COBRAS E LAGARTOS

Roteiro e Direção: Heitor Schmidt Montagem: Grupo Galáxia (Cruz Alta/RS) Elenco: Altamir da Rosa (Milo) Conrado Maleski Jr. Daisy Barella da Silva Heitor Schmidt Mauro Moraes Sandra Goulart Thales Biedacha

No topo do andaime: Daisy Barella da Silva e Sandra Goulart (Crespa); sentados: Heitor Schmidt e Conrado Maleski Jr.; Na parte inferior, da esq. para a dir.: Altamir da Rosa (Milo), Mauro Moraes e Thales Biedacha
No topo do andaime: Sandra Goulart (Crespa) e Daisy Barella da Silva; sentados: Heitor Schmidt e Conrado Maleski Jr.;
Na parte inferior, da esq. para a dir.: Altamir da Rosa (Milo), Mauro Moraes e Thales Biedacha
Heitor Schmidt
Heitor Schmidt
Sandra Goulart e Heitor Schmidt
Sandra Goulart e Heitor Schmidt

Conrado Maleski Jr., Altamir da Rosa (Milo) e Heitor Schmidt

Conrado Maleski Jr., Altamir da Rosa (Milo) e Heitor Schmidt
Heitor Schmidt, Altamir da Rosa (Milo), Sandra Goulart e Thales Biedacha
Heitor Schmidt, Altamir da Rosa (Milo), Sandra Goulart e Thales Biedacha
Daisy Barella da Silva, Thales Biedacha, Heitor Schmidt, Sandra Goulart e Conrado Maleski Jr.
Daisy Barella da Silva, Thales Biedacha, Heitor Schmidt,
Sandra Goulart e Conrado Maleski Jr.
Cena com o público no Auditório da Escola Annes Dias, em Cruz Alta/RS - 1979
Cena com o público no Auditório da Escola Annes Dias, em Cruz Alta/RS – 1979
Sandra Goulart (Crespa)
Sandra Goulart (Crespa)
Cena com o público no Salão da Sociedade Ginástica, em Ijuí/RS – 1979
Cena com o público no Salão da Sociedade Ginástica, em Ijuí/RS – 1979
Heitor Schmidt, Thales Biedacha e Mauro Moraes
Heitor Schmidt, Thales Biedacha e Mauro Moraes
Daisy Barella da Silva, Thales Biedacha, Sandra Goulart, Altamir da Rosa (Milo), Conrado Maleski Jr. e Heitor Schmidt
Daisy Barella da Silva, Thales Biedacha, Sandra Goulart, Altamir da Rosa (Milo),
Conrado Maleski Jr. e Heitor Schmidt
Crítica - Diário Serrano - Cruz Alta/RS - 17/04/1979
Crítica – Diário Serrano – Cruz Alta/RS – 17/04/1979

Jornal - CAlta Urgente - Galáxia em São  - Borja Homens Cobras e Lagartos 3

Thales Biedacha
Thales Biedacha

1977 – O CHOQUE DAS RAÇAS

Luis Antônio Salles (Tom), Heitor Schmidt (Jim Roy), Thales Biedacha (Kerlog), Conrado Maleski Jr. (Berald), Irineu Guarnier Filho (Johnson), Lea Roos (Jane Astor) e Mauro Moraes (Dudley), na peça O Choque das Raças, no Teatro da Assembléia Legislativa, em Porto Alegre, durante apresentação no Primeiro Encontro Estadual de Teatro. (14 de Setembro de 1977)
Luis Antônio Salles (Tom), Heitor Schmidt (Jim Roy), Thales Biedacha (Kerlog), Conrado Maleski Jr. (Berald), Irineu Guarnier Filho (Johnson), Lea Roos (Jane Astor) e Mauro Moraes (Dudley), na peça O Choque das Raças, no Teatro da Assembléia Legislativa, em Porto Alegre, durante apresentação no Primeiro Encontro Estadual de Teatro.
(14 de Setembro de 1977

O CHOQUE DAS RAÇAS, de Hamilton Saraiva, estreou no palco do Cine Embaixador, em Gramado-RS, em maio de 1977, participando do III Festival Estudantil de Teatro, promovido pela UGES – União gaúcha de Estudantes.

Em Cruz Alta a estreia aconteceu no Auditório Annes Dias, em 25 de junho de 1977.

A peça foi apresentada também no I Encontro Estadual de Teatro, em Porto Alegre, no Teatro da Assembleia Legislativa (atual Teatro Dante Barone), no dia 14 de setembro de 1977.

Sinopse:

O texto de Hamilton Saraiva é baseado no romance O Presidente Negro, de Monteiro Lobato. A ação se passa em 2228, nos Estados Unidos, durante uma disputa eleitoral. Aproveitando-se de uma cisão entre o Partido Branco Masculino e o Partido Feminista, é eleito como presidente norte-americano, Jim Roy, do Partido Negro. Os brancos, porém, não aceitam a derrota e criam a chamada Solução Final: os negros são despigmentados e esterilizados.

Elenco:

Conrado Maleski Jr. – BERALD Heitor Schmidt – JIM ROY Irineu Guarnier Filho – JOHNSON Josete Hetzel – ELVIN Lea Ross – JANE ASTOR Mauro Moraes – DUDLEY Rubismar Soares / Luis Antônio Salles – TOM Thales Biedacha – KERLOG Operação de Som: Juremir Hoffmeister Operação de Luz: Lourival Lunkes Direção de Arte: Irineu Guarnier Filho Direção de Elenco: Heitor Schmidt

Grupo Galáxia no palco do Teatro da Assembléia Legislativa, em Porto Alegre, atual Teatro Dante Barone.Em pé, o fundo, Thales Biedacha e Lourival Lunkes. Sentados, da esquerda para a direita: Juremir Hoffmeister, Zizi Lindenmeyer, Irineu Guarnier Filho, Mauro Moraes, Luis Antônio Salles, Conrado Maleski Jr. e Heitor Schmidt. Ao centro, Lea Roos e Josete Hetzel (deitada).
Grupo Galáxia no palco do Teatro da Assembléia Legislativa, em Porto Alegre (atual Teatro Dante Barone). Em pé, ao fundo: Thales Biedacha e Lourival Lunkes. Sentados, da esquerda para a direita: Juremir Hoffmeister, Zizi Lindenmeyer, Irineu Guarnier Filho, Mauro Moraes, Luis Antônio Salles, Conrado Maleski Jr. e Heitor Schmidt. Ao centro: Lea Roos (ajoelhada) e Josete Hetzel (deitada). Foto: Milton Moraes.
Grupo Galáxia na platéia do Teatro da Assembléia Legislativa, em Porto Alegre (atual Teatro Dante Barone).Setembro de 1977. Foto: Milton Moraes.
Grupo Galáxia na platéia do Teatro da Assembléia Legislativa, em Porto Alegre (atual Teatro Dante Barone). Setembro de 1977. Foto: Milton Moraes.
Lea Roos (Jane Astor) e Josete Hetzel (Elvin)
Lea Roos (Jane Astor) e Josete Hetzel (Elvin)
Palestra de Gianfrancesco Guarnieri (ao centro), junto com Nicéia Brasil e Carlos Carvalho, no Auditório da SAssembleia Legislativa, em Porto Alegre, antes da apresentação da peça O CHOQUE DAS RAÇAS, dia 17 de setembro, de 1977 - Porto Alegre - RS.
Palestra de Gianfrancesco Guarnieri (ao centro), com Nicéa Brasil e Carlos Carvalho, no Auditório da Assembleia Legislativa antes da apresentação da peça O CHOQUE DAS RAÇAS, dia 17 de setembro, de 1977 – Porto Alegre – RS.
Capa do programa do I ENCONTRO ESTADUAL DE TEATRO - Promoção do departamento de Assuntos Culturais da Assembleia Legislativa do RS, que tinha na diretoria Carlos Carvalho e Nicea Brasil
Capa do programa do I ENCONTRO ESTADUAL DE TEATRO – Promoção do Departamento de Assuntos Culturais da Assembleia Legislativa do RS, que tinha na diretoria Carlos Carvalho e Nicea Brasil – Porto Alegre – RS – 1977
arte da programação do I ENCONTRO ESTADUAL DE TEATRO - Assembleia Legislativa RS - Porto Alegre - RS - 1977
Programação do I ENCONTRO ESTADUAL DE TEATRO – Assembleia Legislativa RS – Porto Alegre – RS – 1977
Folha da Manhã - Porto Alegre -
Folha da Manhã – Porto Alegre – 14 setembro 1977
Folha da Manhã - Porto Alegre -
Folha da Manhã – Porto Alegre – 12 setembro 1977
Folha da Manhã - Porto Alegre -
Folha da Manhã – Porto Alegre – 13 setembro 1977