2006 – CENA BONITINHA, MAS ORDINÁRIA

CENA: BONITINHA, MAS ORDINÁRIA ou Otto Lara Resende
de Nélson Rodrigues
Trabalho de Prática de Encenação Teatral

Professora: Jezebel de Carli

Graduação em Teatro – Licenciatura – UERGS

Direção da aluna:

DEDY RICARDO

Elenco:
Renata de Lélis e Heitor Schmidt
ENSAIOS:
Heitor Schmidt e Renata de Lélis
Dedy Ricardo

 

2005 – CAFÉ DA TARDE

HISTÓRIAS CURTAS – RBS/TV

Duas senhoras são assaltadas por um jovem criminoso. Entre uma ameaça e outra, Clair e Iara servem bolinhos de chuva, guloseimas e café preto bem docinho para a visita.

Elenco:

CARMEN SILVA
LURDES ELOY
RAFAEL KERBER
HEITOR SCHMIDT
TATIANA PAGANELLA
GISELA RODRIGUEZ

Heitor Schmidt
Heitor Schmidt
Carmem Silva, rafael Kerber, Lourdes Eloy e Tatiana Paganella.
Carmem Silva, Rafael Kerber, Lurdes Eloy e Tatiana Paganella
Heitor Schmidt e Gisela Rodrigues
Heitor Schmidt e Gisela Rodriguez
Heitor Schmidt
Heitor Schmidt

Roteiro: Davi de Oliveira Pinheiro
Direção: Marcelo Antonio Allgayer
Direção de Fotografia: Melissandro Bittencourt
Trilha sonora original: Vinícius Calvitti
Direção de Arte: Nicolás Monasterio
Produção Executiva: Regina Martins
Direção de Produção: Letícia de Cássia
Assistência de Direção: Laura Castilho
Montagem: Marcelo Antonio Allgayer
Assistência de Produção: Glauco Urbim
Assistência de Arte: Regina Veiga
Elenco de apoio: André Kleinert e Nicolás Tonsho
Produção de Figurino: Carmem Fernandes
Maquiagem: Andréia Ribeiro
Produção de Set: Rodrigo Migliorin, José Crespo e Marlon Moraes
Eletricista chefe: Guilherme Kroeff
Assistência de Elétrica: Giovanni Palma Dias
Som direto: Sanjai Cardoso “Siri”
Câmera: Fernando Rech
Edição de imagens: Eduardo Púa
Finalização: Cláudia Azevedo, Márcio Riffel e Rafael Peçanha
Foto Still: Bárbara Aguiar
Maquinista chefe: Luiz Carlos Dutra “Zoreia”
Maquinista assistente: Eduardo Ferrão “Dudu”
Transporte: Nilza Saratt, Jorge Viegas, Paulo Zé, Hugo Biolo Guimarães e Marcelo de Oliveira
Alimentação: Diva’s Eventos, Rozane Cogo Leivas, Lairton de Moraes, Regiane Aparecida de Mello e Carlos Roberto Dutra
Produtora: Martins Produções
Realização: RBS TV de Porto Alegre

Heitor Schmidt
Heitor Schmidt

Café - foto 05

Café - foto 06

Café - foto 07

Café - foto 08

Café - foto 09

Café - foto 10

Café - foto 11

Café - foto 12

2005 – O JARDIM DAS CEREJEIRAS

 

O JARDIM DAS CEREJEIRAS
de Anton Tchékhov
Graduação em Teatro – Licenciatura
Componente Curricular: Atuação II
UERGS
Professora: Celina Alcântara
ELENCO
Denise Pereira
Denisson Gargionne
Dione Giehl
Elias de Castro
Everton do Espírito Santo
Fabiano da Silveira
Fábio Castilhos
Fernando Tepasse
Giovanna Zottis
Gina Samanta
Heitor Schmidt
Juliana Kussler
Renata de Lélis

2005 – O ÚLTIMO ALMOÇO DE DOMINGO

Primeira turma do Curso de Realização Audiovisual da Unisinos.
É mais um domingo e mais um almoço no restaurante de sempre.
Quando Carlos divide com seu filho, nora e netos a constatação de que está velho,
inicia-se um discussão na qual cada um deles vai se fechar para o mundo externo de uma maneira inusitada,
até que a realidade os alcance um por um.

Direção: DANIEL LAIMER

Elenco:

CLEMENTE VISCAÍNO
GIOVANA ZOTTIS
HEITOR SCHMIDT
LÍVIA DÁVALOS
ZÉ ALESSANDRO

Curta-metragem

Lívia Dávalos e Heitor Schmidt
Lívia Dávalos e Heitor Schmidt
Giovana Zottis e José Alessandro
Giovana Zottis e José Alessandro
Clemente Viscaíno
Clemente Viscaíno
O diretor Daniel Laimer e o ator Clemente Viscaíno
O diretor Daniel Laimer e o ator Clemente Viscaíno
Giovana Zottis e José Alessandro
Giovana Zottis e José Alessandro
Lívia Dávalos e Heitor Schmidt
Lívia Dávalos e Heitor Schmidt
Produção: MARCOS CONTRERAS
Direção de fotografa: DANIEL GABARDO
Direção de arte: MARTINA DREYER
Assistente de direção de atores: DIONES CAMARGO
Assistente de direção: EDUARDO RABIN
2º Assistente de direção: MARIANA DE CURTIS BOEIRA
Montagem: VICENTE MORENO
Som: GABRIELA BERVIAN
Assistente de Produção: FRANCINE MENDES
Assistente de Direção de Arte: MARIANA BOEIRA

2005 – ERICO VERISSIMO – MEMÓRIAS DE UM ESCRITOR

DOCUMENTÁRIO

Roteiro: CRISTINA GOMES
Direção: RAFAEL FIGUEIREDO
Produção: RBS TV

Elenco:
TARCÍSIO FILHO
EVELYN LIGOCKI
HEITOR SCHMIDT
JÚLIO ANDRADE
LEONARDO MACHADO
ROSÂNGELA BATISTELLA

Erico - Foto 01

O ESCRITOR E SUAS MEMÓRIAS
(Zero Hora RS – 16 de agosto de 2005)
Bem à vontade, Tarcísio Filho falava com entusiasmo e admiração durante as gravações do documentário Erico Verissimo: Memórias de um escritor, produzido pela RBS TV. No programa, o ator interpreta o personagem Capitão Rodrigo, de O tempo e o vento.
– Estou fazendo a figura do Capitão Rodrigo vista pelos olhos do Erico. Este recurso de usar os personagens para contar a biografia de um escritor é maravilhosa – disse o ator enquanto participava das gravações na faculdade de Direito da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).
Outros cinco atores emprestaram a voz e a imagem às palavras do escritor gaúcho, refletindo o ponto de vista do autor e sua maneira de encarar a vida: Heitor Schmidt (Floriano, de O tempo e o vento), Leonardo Machado (Eugênio, de Olhai os lírios do campo), Júlio Andrade (Malazarte, de Fantoches), Rosângela Batistella (Dona Quitéria, de Incidente em Antares) e Evelyn Ligocki (Ana Terra).
Com direção de Rafael Figueiredo e roteiro de Cristina Gomes, Erico Verissimo: Memórias de um escritor estréia dia 2 de outubro depois do Teledomingo, com patrocínio exclusivo de Nacional Supermercados. Além do documentário, quatro episódios de dramaturgia – Olhai os lírios do campo, Caminhos cruzados, Noite e o Resto é silêncio – também farão parte da comemoração do centenário de nascimento do escritor.

Erico - Foto 02

RETRATOS DE ERICO
(Zero Hora – RS – 02 de outubro de 2005)
RBS TV exibe neste domingo o documentário “Memórias de um escritor”
Quem sobrevive aos escritores? Seus personagens. Esse é o mote do documentário que a RBS TV exibe neste domingo, logo após o Teledomingo, na abertura da série Cinco vezes Erico, com patrocínio exclusivo de Nacional Supermercados. Memórias de um escritor tem roteiro de Cristina Gomes e direção de Rafael Figueiredo, casal realizador dos premiados episódios O lugar das coisas (2002) e Sobre aquele que nada fazia e um dia fez (2003), da série Histórias Curtas.
O programa lança mão de seis personagens-narradores: Malazarte, do romance Fantoches (interpretado por Júlio Andrade), Eugênio, de Olhai os lírios do campo (Leonardo Machado), Dona Quitéria, de Incidente em Antares (Rosângela Batistella), Ana Terra (Evelyn Ligocki), Capitão Rodrigo (Tarcísio Filho) e Floriano (Heitor Schmidt), do épico O tempo e o vento.
Mas eles não estão sozinhos nessa investigação sobre a vida e o processo criativo de Erico Verissimo (1905 – 1975). Memórias de um escritor também entrevista os filhos do romancista – Luis Fernando e Clarissa -, seu neto Pedro, os escritores e professores Armindo Trevisan e Luiz Antonio de Assis Brasil, o ensaísta e professor Flavio Loureiro Chaves e a diretora do Acervo Literário Erico Verissimo, Maria da Glória Bordini. O próprio Erico surge em imagens e depoimentos raros.
É Trevisan quem comenta, por exemplo, o quanto a separação dos pais marcou Erico. Luis Fernando entrega: o pai mentiu que sabia tudo de edição de revista quando foi trabalhar na Revista do Globo. Assis Brasil lembra que, aos momentos de intuição do escritor, seguiam-se enormes pesquisas – Erico chegava a desenhar seus personagens. Flavio Loureiro Chaves coloca Ana Terra ao lado de outras duas mulheres imortais e inconfundíveis das páginas da literatura brasileira, Capitu e Gabriela. Erico aparece enunciando seu norte (o qual, acreditava, deveria se estender a todos os escritores):
– Paz mundial e justiça social.
O documentário termina de modo tocante: encarnando o mesmo Capitão Rodrigo que seu pai, Tarcísio Meira, havia interpretado na minissérie da Globo O tempo e o vento, em 1985, Tarcísio Filho declama o poema em que o mineiro Carlos Drummond de Andrade chora a morte do escritor gaúcho (”Falta alguma coisa no Brasil depois da noite de sexta-feira…”).

Erico - Foto 03

Erico - Foto 04

Erico - Foto 05

Erico - Foto 06

Erico - Foto 07

Erico - Foto 08

Erico - Foto 09

Erico - Foto 10

Erico - Foto 11

Erico - Foto 12

 

2005 – SARAU TRÁGICO

Direção e comentários: Camila Bauer

elenco:

DEBORAH FINOCCHIARO e HEITOR SCHMIDT

Projeto “Quartas no Quarto”
Quarto Andar – Usina do Gasômetro
Leituras de fragmentos escolhidos de tragédias gregas de Ésquilo, Sófocles e Eurípides, e de trechos de algumas versões de tragédias, assinadas por autores como Racine, Heiner Müller e Sarah Kane, intercaladas por comentários com a participação da platéia.

Segundo Aristóteles, é possível alcançar o efeito trágico ao apenas ler uma peça, sem uma performance.
Com o Sarau Trágico, a leitura destas obras e um posterior comentário dialogando com o público presente cria novas possibilidades de percepção.
Deborah Finocchiaro, Heitor Schmidt e Camila Bauer
Deborah Finnochiaro e Heitor Schmidt

2005 – CORAÇÃO NA BOCA

Heitor Schmidt e Deborah Finnochiaro

A Leitura Dramática “Coração na Boca” é composta por três textos do dramaturgo e poeta paulista Celso Luiz Paulini (1929 -1992), integrante da chamada “Geração 60 de São Paulo”. Os atores lêem e interpretam em aproximadamente 60 minutos, “O Pavão Noturno”, “O Piquenique” e “Cleo e Clea” – três encontros onde estão presentes a solidão, a crueza, o patético e o humor nas relações a dois, homem e mulher.
“Coração na Boca” tem interpretação dos atores Deborah Finocchiaro e Heitor Schmidt, que apresentam ao público um autor inédito nos palcos gaúchos, cuja qualidade dramatúrgica merece ser conhecida pelas novas gerações.
O espetáculo, de concepção enxuta, tem seu foco principal na interpretação oral dos atores e nas soluções encontradas para contar e encadear as três histórias, com utilização de adereços, trilha sonora e iluminação.

2004 – REVELAÇÃO

REVELAÇÃO

Curta-metragem
Roteiro e Direção: NICOLÁS MONASTERIO
com

Dênis Gosch
Rodrigo Pessin
Gisele Faresin
Heitor Schmidt
Nadya Mendes
Arthur José Pinto
Ana Guasque


direção de fotografia: EDUARDO RABIN
assistência de câmera: JOÃO B. FROHLICH
direção de arte: BRUNO BARRETO
som: MARCELO ALLGAYER, RICARDO VELHACO e GABRIELA BERVIAN
makin of: LUIZ MÁRIO FONTOURA e RONY POCZTARUK
still: DISCO
iluminação: NÉSTOR MONASTERIO
montagem e edição de som: MARCELO ANTÔNIO ALLGAYER e NICOLÁS MONASTERIO
produção: DANIEL GABARDO, FÁBIO CANALE e JOBA MIGLIORIN
maquiagem especial: BETTY FANO
música de DANIEL AZEVEDO
escrito e produzido por NICOLÁS MONASTERIO e DAVI DE OLIVEIRA PINHEIRO
assistência de direção: DAVI DE OLIVEIRA PINHEIRO

Dênis Gosh e Rodrigo Pessin

Dênis Gosh, Rodrigo Pessin e Heitor Schmidt

Heitor Schmidt e Nadya Mendes

Artur Pinto, Heitor Schmidt e Nadya Mendes

Artur José Pinto, Dênis Gosch e Heitor Schmidt

 

2004 – FELIZ ANO NOVO, MEU VELHO

HISTÓRIAS CURTAS – RBS/TV
Jader mora em uma cidade do Interior com a sua família. Lá é tradição ver a queima de fogos de artifício na virada do ano, no alto de um dos morros que circundam a cidade. Mas tudo se transforma numa confusa e difícil aventura, com a participação de uma estudante americana de intercâmbio que vem conhecer como vivem os gaúchos.
Elenco: Victório Bambini Jr., Manoela Machado, Heitor Schmidt, Mônica Ferreda, Felipe de Paula, Nidia Gutierrez, Álvaro Negrini, Nelson Dick e Nilsson Asp
Direção: Claúdio Veríssimo
Roteiro: Márcio Schoenardie
Direção de Fotografia: Alberto La Salvia
Direção de Produção: Tito Mateo
Direção de Arte: Patrícia Pereira
Produção Executiva: Daniel Merel
Coordenação de Produção Cápsula: Mirela Severino Cunha
Assistente de Direção: Carolina Gonçalves Fabris
Assistente de Produção: Natasha Jerusalinsky
Assistente de Câmera:Vinicius Nora
Produção de Objetos:Fernanda Kramer
Produtora de Figurino: Daiane Franceschini
Assistente de Figurino: Baby
Maquiagem: Nicholas Galvão
Produtora de Elenco: Fabianne Freitas
Produção de Locação: Tito Mateo e Natasha Jerusalinsky
Trilha Sonora:Gerson Rios Leme
Direção de Som: Cleber Neutziling
Captação de Som: Jeferson Borges Martins e Anderson Borges Martins
Montador:Cláudio Veríssimo
Making of: Fábio Codervilla
Foto Stil: Augusto Sterm (Babo)
Chefe de Elétrica: Maurício Zucolotto Costa Leite
1ºAssistente de Elétrica: Fabiano Gonçalves dos Santos
2º Assistente de Elétrica: Daniel Pigato Mendonça
Produção de Set: Daniel Pereira Cartana, Marco Aurélio Lobato Correa e Carlos Leandro Nogueira da Rosa
Motoristas: Luiz Fernando Volkeweis, Antônio Renato Moutinho, Sérgio Sauer, João Azambuja e Tutty.
Produtora: Cápsula Cinematográfica
Manoela Machado, Victorio Bambini Jr. e Heitor Schmidt
Heitor Schmidt e Mônica Ferreda
Heitor Schmidt e Mônica Ferreda
Instantâneo 1 (05-11-2013 17-01)
Instantâneo 2 (05-11-2013 17-03)
Instantâneo 6 (05-11-2013 17-09)
Instantâneo 4 (05-11-2013 17-07)

2003 – O CONCÍLIO DO AMOR

Texto: Oskar Panizza
Direcao: Néstor Monastério
Elenco:
Alexandre Bado
Fernanda Carvalho Leite
Gutto Basso
Heitor Schmidt
Luciana Kunst
Rodrigo Pessin
Vera Carvalho
Cenografia: Rodrigo Lopes
Figurinos (Concepção): Sérgio Lopes
Figurinos (Execução): Liga Rigo e Val Schneider
Duração: 1h25min
bacanal copy
O Concílio do Amor –  (Foto: Cristina Lima)
Rádio – spot 30″ – O Concílio do Amor (Loc. Heitor Schmidt)
O preço da culpa
“O Concílio do Amor” está no Renascença
(RENATO MENDONÇA – ZERO HORA – 14 de março de 2003)
Depois de lotar o Theatro São Pedro durante o Porto Verão Alegre, a montagem O Concílio do Amor volta a cartaz, agora no Teatro Renascença.
Voltou para provar que o sucesso se justifica, que Néstor Monasterio é um ótimo diretor e que o texto de Oskar Panizza sente o peso dos anos.
O núcleo da trama é o encontro de Deus, Maria, Jesus e o Diabo para decidir que castigo seria infringido aos homens, na tentativa de pôr freio à dissolução dos costumes que reinava na corte do Papa Alexandre VI, no século 15. A solução do belzebu: associar o sexo a uma doença mortal. Na época, a peste tinha o nome de sífilis, hoje, atende por Aids, mas o importante no Concílio é mesmo a doença que leva homens e deuses a acreditar no que é fachada, no ritual que só serve para distrair.
Monasterio coloca tudo isso em cena: Deus é entrevado e caquético, Jesus se esforça para não perder a pose de crucificado, Maria luta para manter o sorriso beatífico. Só o diabo se dá o direito de ser contraditório e complexo. A direção desenha os movimentos com habilidade e extrai do elenco um olhar ora devasso, ora ingênuo, com destaque para Heitor Schmidt (como o demo) e Rodrigo Pessin (que garante o timing da comédia). A encenação tem seus bons truques: torres de tubulados facilitam o trânsito entre Céu, Terra e Inferno.
A cena final, quando o castigo chega em forma de mulher nua, com o sexo oculto apenas por um crucifixo, se justifica. Era como Panizza enxergava a ação da Igreja Católica – um jogo de espelhos entre fé e desejo, a exigir uma decisão desnecessária entre espírito e desejo. O Concílio do Amor está de sexta a domingo, às 21h, no Renascença (Erico Verissimo, 307). Ingressos a R$ 15, com desconto de 30% para o Clube do Assinante.
cartaz 01
JORNAL DO COMÉRCIO
Teatro/Crítica – (Antonio Hohlfeldt)
03 de março de 2003
Simplesmente brilhante

Não encontrei o nome de Oskar Panizza em nenhuma enciclopédia ou dicionário de teatro. Nem mesmo a Brittanica traz seu registro. No entanto, ele certamente existiu e, dentre tantas coisas que deve ter praticado, escreveu uma peça denominada “O concílio do amor”, que Nestor Monastério descobriu e encenou, com excepcional resultado, e que pôde ser visto no palco do Theatro São Pedro. Não sei o quanto do diretor está neste espetáculo e o quanto existe do texto original do dramaturgo, simplesmente porque o desconheço. De todo o modo, fica-se surpreendido com o texto em si, pela ironia ferina, pela profundidade da reflexão – que tanto é objetivo quanto filosófico, como no grande “bife” dado pelo demônio, aí pela metade da peça – e, enfim, pela atualidade do tema que discute, se substituirmos a sífilis de então pela Aids de hoje em dia, até porque a principal preocupação do autor não é esta ou aquela doença, mas sim uma maior e mais perseverante, o cinismo e as mentiras de que se valem toda e qualquer religião para subsistir. Aliás, a encenação já andou movimentando alguns circuitos religiosos mais conservadores, que pelo jeito querem reeditar o Index da Inquisição em pleno século XXI! Seja lá o que for que tiver de Panizza e de Monastério, o certo é que o resultado final é simplesmente brilhante. A cenografia de Rodrigo Lopes cria um “céu” provisório, como que sempre em obras, graças àqueles andaimes. Os figurinos de Sérgio Lopes reforçam essa impressão de coisa em decomposição, como sugerem as primeiras falas de Deus. A coreografia de Jussara Miranda está atenta ao detalhe, como aquele arrastar de pés com que um dos anjos, Alexandre Bado, marca sua saída, levando Maria com o filho deposto da cruz. A preparação corporal de Fernanda Carvalho Leite, que igualmente interpreta uma literalmente lasciva e ingênua Lucrecia Bórgia – ela estupenda, aliás, como sempre – permite os malabarismos dos atores em cena com absoluta naturalidade. Guto Basso vive um Deus caquético, vingativo e intolerante; Luciana Kunst é uma Virgem Maria inteligente, sensível e ardilosa; Rodrigo Pessin, com algumas dificuldades, interpreta um Jesus mortificado, meio idiota e deslocado; Vera Carvalho completa a dupla de anjos com muita sensualidade quando em outros papéis. Heitor Schmidt – disparado o melhor intérprete de todos – vive o demônio. Sua passagem antológica, aquele “bife” já mencionado, na metade do espetáculo, é inesquecível. Sua composição, entre realista e simbólica, permite ao intérprete uma corporificação inesquecível. Nestor Monastério, um de nossos melhores realizadores cênicos, reafirma sua competência, sua criatividade e, sobretudo, seu senso de oportunidade. “O concílio do amor” desponta, desde logo, como dos melhores espetáculos da temporada, com direito a muitas reprises.
inferno - FOTO CRISTINA LIMA
O inferno – (Foto: Cristina Lima)
 Diabo (Heitor Schmidt) e Deus (Gutto Basso) – foto: Cristina Lima
O Diabo (Heitor Schmidt) e Deus (Gutto Basso) – foto: Cristina Lima
Salomé (Fernanda Carvalho Leite) e o Diabo (Heitor Schmidt)
Salomé (Fernanda Carvalho Leite) e o Diabo (Heitor Schmidt)
Heitor Schmidt, Fernanda Carvalho Leite, Vera Carvalho, Guto Basso, Alexandre Bado e Luciana Kunst
Maria (Luciana Kunst) e o Diabo (Heitor Schmidt) – Foto: Cláudio Fachel)

Jesus Cristo (Rodrigo Pessin) - foto: Claudio Fachel
Jesus Cristo (Rodrigo Pessin) – foto: Claudio Fachel
No camarim - Theatro São Pedro (Porto Alegre-RS)
No camarim – Theatro São Pedro (Porto Alegre-RS)
Rodrigo Pessin e Heitor Schmidt  - Camarim Theatro São Pedro (Porto Alegre-RS)
Rodrigo Pessin e Heitor Schmidt – Camarim Theatro São Pedro (Porto Alegre-RS)

 

2003 – O HOMEM QUE COPIAVA

(35 mm, 124 min, cor, 2003)

Direção: Jorge Furtado

Produção Executiva: Nora Goulart e Luciana Tomasi
Roteiro: Jorge Furtado
Direção de Fotografia: Alex Sernambi
Direção de Arte: Fiapo Barth
Música: Leo Henkin
Diretora Assistente: Ana Luiza Azevedo
Direção de Produção: Marco Baioto
Montagem: Giba Assis Brasil
Direção de Animação: Allan SieberUma Produção da Casa de Cinema PoA
ELENCO (por ordem de entrada)
Lázaro Ramos (André)
Renata de Lélis (Caixa do supermercado)
Sérgio Lulkin (Gerente do supermercado
Heitor Schmidt (Seu Gomide Bolha)
Janaína Kremer Mota (Dona Maria Bolha)
Gregory Garcia (Guigo Bolhinha)
Sheron Menezes (Guria esperta)
Carlos Cunha Filho (Antunes)
Leandra Leal (Sílvia)
Giovana Fázio (Guria do soneto)
Luana Piovani (Marinês)
Marcelo Aquino (Namorado alemão)
Roger Oliveira (André criança)
Pedro Furtado (Voz de Mairoldi)
Tereza Teixeira (Mãe de André)
Lurdes Eloy (Voz da mãe de André)
Artur Pinto (Homem que dorme tarde)
Irene Brietzke (Cliente do supermercado
Nadya Mendes (Caixa do supermercado
Renato Campão (Gerente do supermercado
Júlio Andrade (Feitosa)
Zé Adão Barbosa (Homem das dragas)
Sílvia Margarida Peixoto (Atendente da loja)
Pedro Cardoso (Cardoso)
Sandra Possani (Caixa do banco)
Lisa Becker (Caixa da lotérica
Ana Paula Serpa (Caixa da lotérica
Marco Sório (Homem com nojo)
César Figueiredo (Homem que dança com Marinês)
Kike Barbosa (Homem que troca dinheiro)
Alexandre Cebola (Guarda do carro-forte
Nelson Diniz (Cobrador do ônibus)
Carlos Busatto (Gerente do banco)
Felipe Mônaco (Vendedor de carros)
Milene Zardo (Vendedora de roupas
Madeleine Müller (Vendedora de roupas
Antonio Carlos Falcão (Recepcionista do hotel)
Jader Cardoso (Locutor de telejornal)
Paulo José (Paulo)

Heitor Schmidt (Seu Gomide Bolha)
Heitor Schmidt (Seu Gomide Bolha)
Heitor Schmidt e Janaína Kramer
Heitor Schmidt e Janaína Kremer Mota
Lázaro Ramos e Heitor Schmidt
Lázaro Ramos e Heitor Schmidt

Homem 04

Homem 05

Homem 06

2003 – FORÇA!

CURTÍSSIMA -METRAGEM

Roteiro e direção: NICOLAS MONASTERIO

Elenco

CARLA COSTA

HEITOR SCHMIDT

JÚLIA COSTA

Heitor Schmidt
Heitor Schmidt
Carla Costa e Heitor Schmidt
Carla Costa e Heitor Schmidt

Força 03

Produção: GLAUCO URBIN DANIELA CUCCHIARELLI

Fotografia: VINÍCIUS PELLENZ

Câmera e Edição: MARCELO ALLGAYER

Roteiro e Direção: NICOLÁS MONASTERIO

Produção: PRETO FILMES

 

1997 – TOILETTE

de Artur José Pinto
Direção: Heitor Schmidt
Elenco:
Ana Carina Crivello
Claudia Scherer
Elisa Keller
Emanuela Lajus
Gherusa Cassol
Mariana Lajus
Marjorie Bier
Gessica Moraes
Roberta Macagnan Branco
Roberta Macagnam e Gessica Moraes (Foto: Paulo Scortegagna)
“O Grupo de Teatro da Comunicação Social, Sereias & Granulados, apresentou durante a 2ª Semana Acadêmica, a peça “Toilette”, de Artur Pinto, com direção de Heitor Schmidt. O Grupo aborda o universo feminino de uma forma bem humorada e usa como cenário a toilette de uma casa noturna. Diversas situações são abordadas durante a peça, como a rivalidade feminina, bebedeiras, encontros inusitados, a Louca e o mistério de um assassinato com batida policial, tudo isso encenado de forma criativa e muito bem representado pelo elenco exclusivamente feminino. O sucesso ficou garantido pelo grande público que prestigiou a estréia e pelos diversos convites feitos por vários segmentos da comunidade para futuras apresentações. O G&T apóia a iniciativa da Comunicação Social e deseja sucesso ao grupo.”
(Gregos & Troianos – UNIJUÍ – Universidade de Ijuí/RS – novembro de 1997)

1995 – O PARTURIÃO

 

O Parturião - ficha técnica.tif
O Parturião - A Banda
A Banda: Marco Fronckowiak (bumbo), Yve Machado (pratos), Heitor Schmidt (flauta), Lu Olendzki (acordeon), Dilmar Messias (trombeta), Adriano Basegio (tarol), Lu Adams (buzinas) e Mário de Ballentti (pistão)
João Teité (Mário Ballenti), Mané Marruá (Heitor Schmidt) e Matias Cão (Lu Adams)
João Teité (Mário de Ballentti), Mané Marruá (Heitor Schmidt) e Matias Cão (Lu Adams)
João Teité (Mário Ballenti) e Linora (Heitor Schmidt)
João Teité (Mário de Ballentti) e Linora (Heitor Schmidt)

João Teité (Mário Ballenti) e Linora (Heitor Schmidt)

João Teité (Mário de Ballentti) e Linora (Heitor Schmidt)
Marruá (Heitor Schmidt), Teité (Mário Ballenti), Tabarone (Adriano Basegio), Rosaura (Lu Olendski) e Matias Cão (Lu Adams)
Marruá (Heitor Schmidt), Teité (Mário de Ballentti), Tabarone (Adriano Basegio), Rosaura (Lu Olendzki) e Matias  Cão (Lu Adams)
Marruá (Heitor Schmidt), Matias Cão (Lu Adams) e Boracéia (Yve Machado)
Marruá (Heitor Schmidt), Matias Cão (Lu Adams) e Boracéia (Yve Machado)
Médicos e assistentes ( Lu Adams, Lu Olendski, Mário Ballenti e Adriano Basegio e o Parturião (Heitor Schmidt)
Médicos e Assistentes (Lu Adams, Lu Olendzki, Mário de Ballentti e Adriano Basegio) e o Parturião (Heitor Schmidt)
Mané Marruá (Heitor Schmidt)
Mané Marruá (Heitor Schmidt)
Marruá (Heitor Schmidt), Teité (Mário Ballenti), Tabarone (Adriano Basegio) e Matias Cão (Lu Adams)
Marruá (Heitor Schmidt), Teité (Mário de Ballentti), Tabarone (Adriano Basegio) e Matias Cão (Lu Adams)
Fabrício (Marco Fronckowiack)
Fabrício (Marco Fronckowiak) Foto: Carlos Becker

Fabrício (Marco Fronckowiak) e Rosaura (Lu Olendzki)

Fabrício (Marco Fronckowiak)

Fabrício (Marco Fronckowiak)
No intervalo da peça, sorteio de prêmios para a plateia. Em Ijuí o professor Edemar José Zanon ganhou uma melancia, entregue pelo General Euríclenes (Néstor Monasterio)
No intervalo da peça, sorteio de prêmios para a plateia. Em Ijuí, o professor Edemar José Zanon ganhou uma melancia, entregue pelo General Euríclenes (Néstor Monasterio)

O Parturião - miolo programa